Alcance a excelência em educação

despertando o potencial humano na sua integralidade

 

A excelência na educação que é proposta pela maioria das escolas baseia-se no desenvolvimento cognitivo dos alunos. No entanto, Excelência é mais que isto, envolve qualidade, um ensino que potencializa todas as áreas do desenvolvimento, que enfoca o ser humano muito além da sua capacidade de pensar e raciocinar. Valoriza o autoconhecimento, a capacidade de sentir e perceber-se como condutor das próprias emoções.

O desempenho intelectual tem sido a prioridade do modelo atual de ensino. Destacam-se os alunos que tem os melhores resultados, as melhores notas. É assim desde os primeiros anos escolares.

A competitividade é estimulada com  destaque e reconhecimento apenas para os melhores alunos. Isso traz consequências muito ruins para toda sociedade. O aluno que apresenta dificuldade fica a margem, sente-se diferente, inferiorizado apesar dos seus esforços. Os pais se angustiam se o seu filho não corresponde as suas expectativas, tentam justificar as “dificuldades” escolares buscando diagnósticos clínicos. Isto gera mais inferiorizarão, as crianças são catalogadas como capazes ou incapazes, doentes ou saudáveis, deficientes ou normais…

Porque isto acontece? Porque todos os outros aspectos do ser humano, habilidades, talentos, capacidades são negligenciadas quando focamos apenas no cognitivo, quando categorizamos as pessoas por notas e desempenho. Marginalizamos, quando excluímos. Quem fica de fora se revolta, fica indignado, adoece, precisa de alguma outra forma se fazer perceber para dizer ao mundo que ele também faz parte. Então, se eu não sou reconhecido pelos meus pares, acabo fazendo isso de uma forma negativa, disfuncional…

Precisamos desenvolver na escola a capacidade colaborativa em detrimento da competitiva. Colaborar significa compreender que quando estamos juntos somos capazes de produzir mais e melhor para bem comum. Cada um contribuiu com aquilo que pode oferecer e todos são reconhecidos como capazes.

Quando entendermos que somos todos um, que não existe diferença, seremos capazes de construir um mundo mais justo.  Não coloco aqui uma questão de assistencialismo ou de solidariedade com os ditos “mais fracos e vulneráveis”. Afirmo justamente o contrário, não existem mais fracos, existem habilidades diferentes e não reconhecidas.

A Pedagogia Quântica traz um olhar diferente para a educação, uma educação para todos, onde o emocional, o físico, o afetivo, o social e o cognitivo tem pesos iguais. A habilidade de cada um é acolhida e respeitada. O amor, a cooperação, o relacionamento com o outro são tão importantes quanto as operações de matemática e os textos de português…

Existem momentos na aula dedicados ao desenvolvimento do potencial humano. O corpo não fica negligenciado durante 5 horas numa cadeira escolar. A emoção, seja ela negativa ou positiva é olhada, percebida para ser melhor gerenciada, a relação com o outro é enfatizada com atividades colaborativas e integrativas.

A Pedagogia Quântica agrega a teoria pedagógica a práticas culturalmente estabelecidas de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Articula contribuições da Física Quântica, da Neuropsicologia, da Psicologia Positiva, da Pedagogia Sistêmica a atividades de meditação, yoga, arteterapia, biodança… enfim, uma visão transdisciplinar da aprendizagem, aprendizagem para a vida!

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